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O PROJETO DO INFERNO
PROJETO INFERNO
O sistema da Republica Brasileira instalou-se para que cidadãos pudessem, através do voto, eleger um ou mais indivíduos, que governem, temporariamente, a Nação. Foi sempre assim, exceto no primeiro período Vargas, fascista e, depois o golpe de 64. Ascenderam a esses comandos, sempre pessoas letradas. Uns com boas intenções quanto ao desenvolvimento social e econômico, outros menos e, talvez alguns, até sem nenhuma. Tarefa nada fácil em se tratando de um país continente, com uma mistura racial imensa e inconteste. Verifiquemos, pelo tempo e pelo espaço planetário , que houveram muitas experiências, até longas, de regimes de governo extremistas tanto de direita quanto de esquerda, todos radicais e concentradores. Não sobreviveram e não sobreviverão tais regimes. O Estado é péssimo em administrar a produção, está provado. Mas não fora isso, transforma-se em um buraco negro por onde se dissipam as arrecadações dos tributos. Por maior possa ser o lucro obtido por qualquer atividade produtiva estatal não será, e nem poderia ser, maior que se fosse da iniciativa privada. Até agora o óbvio. Um dos males maiores será sempre o fato da Estatal transformar-se, cedo ou tarde, numa geradora de recursos espúrios para os oportunistas de plantão. Não importa a qualidade temporária da Estatal pois cedo ou tarde todas estarão atuando em nome da corrupção. No Brasil, com tantas idas e vindas, chegamos à Nova República com a esperança de resgatar as décadas perdidas em melhor conduzir e fiscalizar a atuação do próprio Estado. De imediato elege-se máximo mandatário um play-boy recém saído dos cueiros e cheio de vícios próprios da irresponsabilidade. Num ato de suprema sabedoria reconduz-se o comando a pessoas menos aventureiras e dispostas a fazer do Estado, economicamente, uma obra de alicerces rijos e profundos para que se lhes possa acrescentar um edifício suficientemente amplo onde possam todos ser recolhidos quanto às intempéries. Muito embora tenham-se abatido violentas tempestades durante esse trabalho fizeram-no, até ao fim e entregaram-no de forma a iniciar-se a elevação. Por obra de um povo ainda alienado subiu, por ultimo, ao comando máximo uma exceção em qquer tipo de formação escolar e de intenções duvidosas. Por sorte nossa e por incompetência deles, os novos mandatários não alteraram as linhas e a profundidade do alicerce, todavia, percebe-se, começam a erguer o edifício sem saber usar as ferramentas mais simples tais como o prumo, esquadro e o alinhamento. Alem do pouco saber iniciam o desvio dos materiais para obras outras que não menos que A EDIFICAÇÃO DO INFERNO sobre as terras do Brasil e, assim perpetuar o comando de Lúcifer sob os codinomes de Lula, Zé Dirceu, Zé Genoino, Fidel Castro, Hugo Chaves e outros.
David
Escrito por David às 23h39
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RODA VIVA
Alguns dias atrás, gravação do Roda Viva:
Paulo Markun deu a Lula alguns livros com as gravações das melhores entrevistas.
Com expressão curiosa, Lula apanhou os livros. Antes que se sentisse logrado, Markun informou que só o primeiro volume fora concluído. Os outros, ainda em preparação, paravam na capa. As páginas estavam em branco. Lula devolveu o que estava pronto e folheou os desprovidos de palavras. “Isso é que é livro bom”, comentou. “A gente nem precisa ler”. O entrevistado parecia feliz. Os entrevistadores exibiam sorrisos constrangidos.
“Ler é pior que fazer exercício em esteira”, confessou há tempos o presidente de um país atulhado de analfabetos, com um sistema educacional em frangalhos, incapaz de absorver multidões de crianças traídas.
Há semanas, Lula chegou para uma reunião sobraçando uma folha de papel com anotações manuscritas. Os garranchos denunciavam o autor: fora o presidente quem escrevera aquilo. Os fotógrafos capturaram os rabiscos com penosa nitidez. Comprovou-se que Lula ignora a grafia de palavras escritas corretamente por crianças de jardim da infância.
Reagimos com a fleuma de lorde inglês ao discurso em que Lula incluiu a Bolívia entre os países que não mantêm fronteiras com o Brasil. Se tivesse perdido cinco minutos consultando manuais de História, saberia que o Acre foi subtraído à Bolívia. Se tivesse pescado no Rio Paraguai, teria visto logo ali a pátria do amigo Evo Morales.
Lula espancou a História ao inventar uma invasão da China por tropas de Napoleão Bonaparte.
“Minha mãe nasceu analfabeta”, pronunciou recentemente Lula. (deveria tb ter dito que nasceu careca e sem dentes)
A bordo do AeroLula, recusa-se a passear os olhos por duas ou três páginas produzidas (com letras gigantescas) por assessores teimosos. São informações elementares sobre o país onde vai pousar horas mais tarde. Lula despreza até esse punhado de registros históricos, geográficos e econômicos.
A boa formação intelectual não transforma um governante em estadista. Mas nunca houve um estadista que fosse tão preguiçoso e tão imbecil.

Escrito por David às 13h10
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OS SALVADORES
SALVADORES DA PÁTRIA
Jesus Cristo passou por este planeta à 2.000 anos atrás e, com todos os poderes que dispunha, e dispõe, não facilitou, no plano material, a vida à humanidade.
Reparem que Ele veio interferir mas no plano moral e deu mostras de que o podia fazer no material.
E pq não o fez?
Simples, para que o homem progredisse pelos seus próprios méritos.
Que mérito há naquele que só usufrui e nada constrói?
A humanidade evoluiu graças ao empenho dos esforçados em buscar, através das ciências, do arrojo e da dedicação e não graças aos acomodados, preguiçosos e presunçosos.
Vide, portanto, que não houve e não haverão, nunca, SALVADORES DA PÁTRIA.
A evolução se fará sempre somente pelas cabeças dos preparados. Os homens que buscam resolver os problemas através de SALVADORES, geralmente, temem enfrentar a própria vida.
Escrito por David às 12h58
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Carta de um leitor inscrito em concurso público e reprovado, publicada no Jornal Zero Hora - RS
"Não pude inscrever-me para o concurso público municipal de serviços gerais, pois não tinha segundo grau. Pergunto se é engraçado ou desgraçado o país em que se exige segundo grau para um varredor de rua e não se exige o primeiro grau para ser presidente."

Escrito por David às 20h42
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